sexta-feira, janeiro 19, 2007
Para onde vais?
Não me preocupo com o meu futuro. Mas também não me revejo no desespero Espanquiano. Eu quero viver. Não sei se faz sentido vivermos sem ambições. Mas eu vivo assim. Vivo de vontades. Por vezes, perco-me no turbilhão de tempo e projecções futuras a que obrigatoriamente temos de responder. Minto. Ou pelo menos não digo verdades. Tudo isto porque descobri este sítio. É um exercício estranho, no mínimo. Fiquei ansioso por conseguir dar resposta às perguntas que fiz a mim próprio.
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3 comentários:
Ainda não me escrevi mas isto fez-me lembrar de uma carta que escrevi a mim mesma quando tinha 18 ou 19 anos. E é assustador. Porque no momento em que escreves achas-te senhor de umas razões que depois deixam de ser as tuas e quando te lês parece que estás a ser dirigido à distância por alguém que está noutra dimensão. I love time games.
Aceitei o desafio...de peito aberto...com muita curiosidade e esperança. Obrigado pela oportunidade!
Caro Chichorro, de nada!
S.B., a tocar, como sempre, aliás, o cerne da questão!
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